Tratamento

Antes de tentar tratar os sintomas da SII, é muito importante obter orientação de um profissional de saúde qualificado. O diagnóstico de SII pode ser feito somente após a eliminação de outras possíveis causas físicas.

A boa notícia é que as vítimas da SII dispõem de várias opções de tratamento dos sintomas. Existem também várias medidas que podem ser tomadas para minimizar o impacto da SII sobre a vida. É importante lembrar que normalmente a SII não é um problema “para sempre”: para a maioria das pessoas, a gravidade da SII diminuirá com o tempo. Além disso, é bom lembrar que a SII não é uma doença que represente ameaça à vida.

Tratamento dos sintomas

Dependendo dos sintomas que você sofrer, existe todo um leque de medicamentos que poderão ser úteis.

Sintoma Medicação Efeito
Dor e cólicas (acompanhados de distensão, constipação e/ou diarréia) Antiespasmódicos (p.ex. Buscopan®) Alivia cólicas abdominais dolorosas
Diarréia Antidiarréicos Estimula e formação de fezes mais consistentes
Constipação Laxantes (p.ex. Dulcolax®) Estimulam o movimento intestinal natural
Flatulência e distensão Antiflatulentos Reduzem a pressão dos gases presos
Prevenção dos sintomas

Muitas vítimas de SII obtêm melhor controle da condição por meio de atento monitoramento dos possíveis “gatilhos” dos episódios de SII. Isto é bastante fácil: Mantenha um diário pessoal de SII e registre durante algumas semanas os alimentos e bebidas consumidos, mais as circunstâncias e eventos que ocorrerem. Compare-o com os episódios de sintomas de SII que surgirem. É provável que você identifique padrões entre os alimentos, bebidas e eventos que precedem o episódio. 

Você encontra mais informações na seção Ajuda deste site.

 

 

Entendendo a dor
Cólica e dor abdominal
A linha Buscopan®
Cólica Menstrual

NÃO USE JUNTO COM OUTROS MEDICAMENTOS QUE CONTENHAM PARACETAMOL, COM ÁLCOOL, OU EM CASO DE DOENÇA GRAVE DO FÍGADO

BUSCOPAN É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA

“NÃO USE ESTE MEDICAMENTO DURANTE A GRAVIDEZ E EM CRIANÇAS MENORES DE TRÊS MESES DE IDADE.”