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Entender o que é bom para cólica é muito importante, principalmente para mulheres que vivenciam episódios com mais frequência devido ao período menstrual ¹.
Porém, o sintoma está presente em problemas de saúde que podem afetar qualquer pessoa. Por isso, saber as causas, como tratar e até mesmo a melhor posição para aliviar a cólica é fundamental ¹.
Elaboramos este conteúdo para te mostrar o que é bom para cólica, incluindo tratamento caseiro. Convidamos você a prosseguir a leitura e conferir, nas próximas linhas, algumas dicas valiosas para alívio eficaz.
Resumo
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As cólicas podem ter origem biliar, intestinal, menstrual ou renal, dependendo do órgão envolvido. A dor pode surgir de forma aguda ou persistente. Observar a localização, a intensidade e o momento em que o desconforto aparece ajuda a identificar a causa e fornece informações para o diagnóstico médico adequado ².
Conheça as características de cada tipo a seguir.
A cólica biliar surge quando os cálculos na vesícula passam para o ducto cístico ou biliar e bloqueiam a saída de bile. O órgão incha e causa dor no quadrante superior direito do abdômen, abaixo das costelas, que pode irradiar para o ombro direito 1, 2.
O desconforto aumenta de intensidade, geralmente acompanhado de náuseas e vômitos. Em 70% dos episódios, a cólica ocorre após alimentação, com complicações entre 20% e 40% das pessoas. Quando o bloqueio persiste e inflama, remove-se a vesícula 1, 2.
A cólica intestinal pode ser um sintoma passageiro, que resulta do consumo de certos alimentos, gases, infecção/intoxicação alimentar ou dieta pobre em fibras. Também pode sinalizar doenças inflamatórias intestinais 3, 4.
A dor é na parte inferior do abdômen e a intensidade varia entre leve e moderada. Se o sintoma persistir e não melhorar com as soluções indicadas para cólica, é preciso investigar a causa para tratá-la corretamente 3, 4.
A cólica menstrual acontece com 50% das mulheres em idade reprodutiva. Por isso, é um sintoma comum, ou seja, não é indício de doença. A dor se localiza principalmente na região pélvica ¹.
Porém, a cólica menstrual muito forte interfere na rotina de 10% das mulheres. Nesses casos, recomenda-se investigar a possibilidade de doença, como endometriose, mioma e doença inflamatória pélvica ¹.
Leia mais: Por que sentimos cólica menstrual? Sintomas + como aliviar.
Similar ao que acontece na vesícula, a cólica renal resulta de pedras que bloqueiam partes do sistema urinário, como rins, ureteres, bexiga ou uretra. A movimentação dos cálculos causa dor intensa, aguda e em ondas 6.
Os pontos focais são na parte inferior e lateral das costas (onde ficam os rins) ou na parte inferior do abdômen (na bexiga). Muitas pessoas afirmam que é a pior dor do mundo e, a depender do quadro, o sintoma é realmente forte e requer atendimento médico 6.
O desconforto surge quando há produção excessiva de gases ou dificuldade de eliminação. Fermentação de alimentos, engolir ar ao comer rápido, intolerâncias alimentares e constipação favorecem a distensão intestinal. Essa pressão estimula contrações dolorosas do intestino, gerando sensação de inchaço, pontadas ou aperto abdominal ³.
A diferença envolve origem, localização e duração. A cólica se caracteriza por dor em ondas, semelhante a espasmos, geralmente localizada na parte inferior do abdômen, como cólicas menstruais ou intestinais. Já a dor na barriga pode ser constante ou variável, localizada ou difusa, e nem sempre ocorre em ondas 8.
A duração também varia. Cólicas costumam durar de minutos a horas, enquanto dores na barriga podem persistir por horas, dias ou se tornarem crônicas 8.
Quanto às causas, cólicas estão ligadas a contrações uterinas, gases, obstruções intestinais ou problemas renais, como cálculos. Já a dor abdominal pode ter origens mais diversas, como indigestão, gastrite, refluxo, intoxicação alimentar, apendicite, pancreatite e intolerâncias alimentares 8.
Entender essas diferenças é essencial para identificar a origem do desconforto e buscar o tratamento adequado 8.
Entre os medicamentos, destacam-se analgésicos, antiespasmódicos e anti-inflamatórios. Nos casos de dor intensa, administra-se a medicação por via intravenosa para alívio mais rápido. A intensidade guia a escolha do melhor remédio, sob orientação profissional. Buscopan, por exemplo, relaxa os músculos do trato gastrointestinal, geniturinário e das vias biliares 7.
Buscopan trata dores leves (caixa verde), moderadas (caixa laranja) e intensas (caixa roxa) — essas últimas com dupla ação, pois contêm analgésicos (paracetamol e dipirona, respectivamente), além do antiespasmódico butilbrometo de escopolamina 7.
Beber muita água para manter a hidratação, usar compressa morna na área afetada e fazer uma massagem suave ajudam a aliviar o desconforto. Durante o período menstrual, indica-se fazer exercícios, pois estimula a liberação de endorfinas, substâncias químicas que bloqueiam a percepção da dor e aliviam o estresse 8, 9.
O calor relaxa a musculatura abdominal e intestinal, reduzindo espasmos responsáveis pela dor. Também melhora a circulação local, o que diminui a percepção dolorosa. Ao ser aplicada na região, a compressa quente oferece alívio gradual, confortável e não invasivo, especialmente útil em episódios leves a moderados de cólica 9.
Alimentos ricos em fibras, como frutas, legumes e grãos integrais, favorecem o funcionamento intestinal e reduzem gases. Fontes de magnésio e potássio ajudam no relaxamento muscular. Preparações leves, com pouca gordura, além de boa hidratação, contribuem para prevenir espasmos e diminuir a intensidade das dores abdominais e menstruais 10.
Veja quais alimentos devem estar sempre no prato diariamente.
Os cereais, especialmente os integrais, são ricos em fibras, vitaminas e minerais essenciais e fitoquímicos. Esses alimentos regulam o trânsito intestinal e evitam a constipação e as cólicas desconfortáveis. Os principais tipos de cereais são arroz, aveia, milho e trigo 10.
Outra categoria que se encaixa na lista do que é bom para cólica são frutas e legumes ricos em fibras. Mamão, ameixa, kiwi, laranja e manga favorecem o funcionamento do intestino. Entre os legumes, berinjela, brócolis, vagem e verduras cruas, como escarola, alface e rúcula, devem estar no cardápio 11.
Os grãos são ótimas fontes de proteína vegetal e carboidrato que ajudam na sensação de saciedade, além de serem ricos em sais minerais, como cálcio, cromo e magnésio. As principais opções para incluir na dieta são: feijão, soja, grão-de-bico, quinoa e ervilha 10.
Medicamentos com ação anti-inflamatória são frequentemente usados para controlar a dor do ciclo, sob orientação profissional. O ibuprofeno reduz prostaglandinas, substâncias envolvidas nas contrações uterinas dolorosas. Formulações líquidas em cápsulas gelatinosas tendem a ser absorvidas mais rapidamente, proporcionando alívio mais rápido. O uso deve respeitar dose correta e contraindicações 7.
A dor abdominal pode surgir por alterações no funcionamento de órgãos digestivos e urinários, como intestinos, estômago, rins ou vesícula. No caso do ciclo menstrual, o útero se contrai para eliminar o endométrio. Essas contrações, mediadas por prostaglandinas, comprimem vasos sanguíneos e geram dor variável em intensidade 13.
Dores muito intensas indicam liberação excessiva de prostaglandinas ou presença de condições associadas, como endometriose, miomas ou infecções. Quando o desconforto impede atividades habituais, não deve ser normalizado. A investigação médica permite identificar a causa, ajustar o tratamento e prevenir agravamentos, especialmente quando há piora progressiva ou sintomas associados 12.
Massagem suave na região pélvica, com movimentos circulares, ajuda a soltar a musculatura. Aplicar calor local, por meio de compressa quente, potencializa o efeito. Chás, como camomila, contribuem com ação calmante e moduladora das contrações uterinas dolorosas, quando associados a repouso, respiração profunda e ambiente tranquilo 13.
Deitar de lado com apoio entre as pernas alinha a pelve e diminui pressão. A posição fetal aproxima joelhos do abdômen, relaxando a musculatura. Alternar posições lentamente e usar calor local pode potencializar o alívio durante crises menstruais, funcionais, leves, moderadas e sem sinais de alerta clínico 13.
O calor é indicado para espasmos musculares, gases e cólicas funcionais, pois relaxa a musculatura. O frio é mais usado em processos inflamatórios ou dor aguda localizada, ajudando a reduzir inflamação e sensibilidade. Na maioria das dores abdominais, a compressa quente costuma ser a opção mais confortável e eficaz 7.
Durante o episódio, alimentos leves ajudam a reduzir o desconforto, como arroz, banana, legumes cozidos e sopas. Deve-se evitar frituras, bebidas gaseificadas, álcool, cafeína e alimentos muito gordurosos ou fermentativos. Comer em pequenas quantidades e mastigar bem também diminui a produção de gases e a sobrecarga do sistema digestivo 10.
A associação pode ser feita em muitos casos, pois atuam por mecanismos diferentes: um reduz espasmos e o outro alivia a dor. Porém, o uso deve respeitar as doses corretas e orientação profissional. Pessoas com doenças crônicas, uso contínuo de medicamentos ou dor abdominal de causa desconhecida devem evitar automedicação 14.
Medidas simples, como compressas mornas, hidratação adequada, alimentação leve e repouso podem ajudar o quadro. Mudanças de posição e exercícios respiratórios suaves também contribuem. Medicamentos só devem ser usados com orientação médica, respeitando a fase da gestação. Dor intensa, persistente ou acompanhada de sangramento exige avaliação imediata 8.
Ofereça líquidos, observe a alimentação, estimule o repouso e use compressa morna na barriga. Massagens leves podem ajudar. Evite medicamentos sem orientação médica. Se houver febre, vômitos persistentes, dor intensa, rigidez abdominal ou piora progressiva, é fundamental procurar atendimento, pois crianças nem sempre conseguem expressar adequadamente a gravidade 8.
A dor pode se intensificar à noite devido à redução de estímulos externos, maior percepção corporal e mudanças na digestão após o jantar. Deitar pode favorecer acúmulo de gases e refluxo. Alimentação leve à noite, evitar deitar logo após comer e usar compressa morna ajudam a reduzir o desconforto 8.
Saber o que é bom para cólica ajuda a aliviar o sintoma no momento. Porém, se a dor é forte e até incapacitante, procure um médico ou atendimento de emergência para investigar os motivos ³.
O profissional pode prescrever remédio para cólica forte, como Buscopan Composto, que contém Butilbrometo de Escopolamina (10 mg) e Dipirona (250 mg) 14.
O Butilbrometo de Escopolamina é um antiespasmódico que atua diretamente no relaxamento dos músculos lisos do trato gastrointestinal, urinário e reprodutivo 14.
Esse princípio ativo bloqueia os impulsos nervosos que estimulam as contrações, inibe a atividade exagerada e, assim, reduz a dor 14.
A Dipirona é um analgésico antipirético: alivia a dor e diminui a febre. O medicamento inibe a produção de prostaglandinas, substâncias presentes no processo inflamatório que sensibilizam as terminações nervosas e deixam o corpo mais suscetível à dor 14.
Essa ação é crucial, especialmente em casos severos, pois muitas vezes as prostaglandinas amplificam a cólica (uterina ou intestinal) 14.
Deve-se ingerir os comprimidos com um copo de água, preferencialmente após as refeições, para evitar irritações gástricas. No caso da solução oral, dilua as gotas em um pequeno volume de água 14.
O tratamento com Buscopan Composto é geralmente de curta duração e deve ser interrompido assim que a dor ou desconforto cessar. Se os sintomas persistirem por mais de 3 dias, ou se houver piora, é essencial buscar orientação médica 14.
Buscopan Composto é bom para cólica e age onde dói. Siga a posologia conforme orientações da bula ou recomendação profissional 14.
Buscopan Composto. Butilbrometo de Escopolamina e Dipirona. Indicações: tratamento dos sintomas de cólicas intestinais, estomacais, urinárias, das vias biliares, dos órgãos sexuais femininos e menstruais. MS 1.7817.0891. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Fevereiro/2026.
Líder e top of mind em cólicas e dores na barriga1, a família Buscopan lançou o Buscopan Composto pensando nas pessoas que sofrem com dores intensas na barriga.
Por conter Dipirona em sua composição, Buscopan Composto possui um forte efeito analgésico, além de sua ação antiespasmódica garantida pelo Butilbrometo de escopolamina, ativo específico que alivia as contrações na barriga.
Para identificá-lo, é só buscar pelo Buscopan da caixinha roxa. Entenda melhor o funcionamento de Buscopan Composto.
Buscopan composto. butilbrometo de escopolamina e dipirona. Indicações: tratamento dos sintomas de cólicas intestinais, estomacais, urinárias, das vias biliares, dos órgãos sexuais femininos e menstruais. MS 1.7817.0891. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. 07/2022.
Referências Consultadas:
14. Bula Buscopan Composto
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