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A dor na parte de cima da barriga pode surgir de repente ou se manifestar como um incômodo persistente. Depois de uma refeição mais pesada, ao acordar ou mesmo sem motivo aparente, essa dor pode ter diferentes causas, desde gases ou má digestão até problemas mais complexos, como gastrite, refluxo e complicações no fígado, pâncreas e vesícula¹.
A região superior do abdômen abriga órgãos importantes, e a localização exata da dor pode dar pistas sobre sua causa. Além disso, a intensidade, a duração e a presença de outros sintomas (náusea, azia ou inchaço) são fundamentais para avaliar a gravidade do problema¹.
Felizmente, há formas de aliviar a dor em casa, como ajustes na alimentação, repouso e o uso de medicamentos. No entanto, em alguns casos, o desconforto abdominal pode ser um sinal de alerta e exigir atenção médica¹.
Neste conteúdo, você entenderá o que pode ser dor na parte de cima da barriga e o que fazer para se sentir melhor¹.
Resumo
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A dor pode estar relacionada a diferentes fatores, como má digestão, gastrite, refluxo, gases, tensão muscular ou alterações no funcionamento do estômago e do fígado. O desconforto abdominal superior pode surgir após comer, em jejum, com estresse, após esforço físico ou sem motivo aparente¹.
A seguir, entenda o que pode ser dor na parte de cima da barriga.
O refluxo ocorre quando o ácido estomacal volta para o esôfago, o que causa queimação e dor na parte superior do abdômen. Já a gastrite é a inflamação da mucosa do estômago, que pode gerar dor, azia e náuseas¹.
O consumo de alimentos ácidos, gordurosos ou irritantes pode agravar o desconforto¹.
A colecistite acontece quando a vesícula inflama, geralmente devido à presença de cálculos biliares. A dor costuma ser intensa, no lado direito superior da barriga. Pode irradiar para as costas ou ombro direito¹.
Náuseas, febre e inchaço abdominal também são sintomas comuns¹.
Doenças no fígado, como hepatite e esteatose hepática, podem causar dor na parte superior direita da barriga. Já a pancreatite provoca dor intensa no centro do abdômen, que pode irradiar para as costas¹.
Ambas as condições exigem atenção médica, especialmente se houver icterícia, febre ou vômitos¹.
O excesso de gases e a distensão abdominal podem causar dor na parte de cima da barriga, sensação de estufamento e arrotos frequentes¹.
O desconforto resulta de uma alimentação inadequada, consumo excessivo de bebidas gaseificadas ou problemas digestivos, como intolerâncias alimentares¹.
Lesões musculares, postura inadequada e tensão na região abdominal podem causar dor na parte superior. É mais comum em pessoas que permanecem sentadas por muito tempo ou fazem esforços repetitivos. Alongamentos e ajustes na postura podem ajudar a aliviar o desconforto¹.
O G1, com a ajuda de especialistas, elaborou um mapa que ajuda a identificar os tipos de dor na barriga conforme a localização no abdômen.
A dor no lado direito abaixo das costelas pode estar associada a pedras na vesícula, problemas no fígado ou alterações intestinais. Já no epigástrio, as principais causas são gastrite, úlcera ou refluxo gastroesofágico¹.
No centro do abdômen, estão o mesogástrio e os flancos laterais. Dores nessa região costumam estar ligadas a problemas estomacais, como gastrite e úlceras. Se a dor nos flancos irradiar para as costas, a causa pode ser pedra nos rins¹.
A dor no flanco esquerdo pode indicar diverticulite, enquanto no direito pode ser apendicite¹.
A parte inferior do abdômen inclui o hipogástrio e as fossas ilíacas direita e esquerda. Dores na fossa direita estão relacionadas à apendicite; na esquerda, à diverticulite¹.
Problemas ginecológicos, como cistos ovarianos ou gravidez ectópica, também podem causar dor na região ilíaca¹.
Já o hipogástrio está associado à infecção urinária, alterações na bexiga e problemas no útero e ovários¹.
Sim. O acúmulo de gases pode causar pressão, estufamento e desconforto na região superior do abdômen. A dor costuma variar de intensidade, piorar após refeições volumosas ou alimentos fermentáveis e aliviar com flatos, evacuação, movimento leve ou mudança de posição, geralmente sem sintomas sistêmicos¹.
O desconforto costuma localizar-se no centro ou à esquerda da parte superior do abdômen, frequentemente associado à queimação, azia, sensação de peso e náusea. Para saber se é dor no estômago, como na infecção pela H. pylori, é necessário observar também a persistência do desconforto e procurar ajuda médica¹.
Pode estar relacionada ao estômago, baço, pâncreas, gases no cólon ou até musculatura local. O desconforto varia conforme a origem: digestiva, inflamatória ou musculoesquelética. Sintomas associados, como febre, náusea intensa, dor irradiada ou sensibilidade ao toque, ajudam a diferenciar e indicam quando buscar avaliação médica¹.
Algumas medidas simples podem ajudar a melhorar o bem-estar, como 1, 2:
Procure um médico se a dor for intensa, persistente ou acompanhada de febre, vômitos frequentes, sangue nas fezes, icterícia (pele ou olhos amarelados) ou dificuldade para respirar. Também é essencial buscar atendimento se a dor irradiar para as costas ou peito, pois pode indicar pancreatite, úlcera perfurada ou complicações cardíacas¹.
O Buscopan Gotas é uma opção de remédio para dor na parte de cima da barriga, pois atua diretamente nas contrações musculares do trato gastrointestinal e alivia espasmos. O princípio ativo é a escopolamina, antiespasmódico que bloqueia os impulsos nervosos que causam as contrações involuntárias nos músculos lisos².
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O alívio costuma envolver medidas simples, como repouso, hidratação, alimentação leve, evitar álcool e gordura, aplicar calor local e usar medicamentos conforme orientação profissional. Antiácidos ajudam quando há queimação; antiespasmódicos aliviam cólicas. Se houver náusea, gases ou estufamento, caminhar levemente e fracionar refeições pode acelerar a melhora¹.
Dores viscerais surgem de órgãos internos, costumam ser profundas, mal localizadas e acompanhadas de náusea ou suor. Já as musculoesqueléticas vêm de músculos ou costelas, são superficiais, localizadas, pioram com movimento ou toque e melhoram com repouso, alongamento ou calor, sem sintomas digestivos associados. Respondem bem a analgésicos simples¹.
Em quadros leves, sem outros sintomas, é razoável observar de 24 a 48 horas. Procure avaliação se a dor piorar, persistir além desse período, surgir após trauma, acordar à noite ou vier com febre, vômitos, icterícia, perda de peso ou falta de ar. Esses sintomas podem requerer intervenção imediata¹.
Buscopan Gotas: butilbrometo de escopolamina. Indicações: tratamento dos sintomas de cólicas estomacais e intestinais, cólicas e movimentos involuntários anormais das vias biliares e cólicas dos órgãos sexuais e urinários. MS 1.7817.0890. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Janeiro/2026.
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Buscopan. butilbrometo de escopolamina. Indicações: tratamento dos sintomas de cólicas estomacais e intestinais, cólicas e movimentos involuntários anormais das vias biliares e cólicas dos órgãos sexuais e urinários. MS 1.7817.0890. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. 07/2022.Lançamento