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Síndrome do intestino irritável, doença de Crohn, retocolite ulcerativa são alguns exemplos de distúrbios intestinais comuns e bastante incômodos ¹.
Os sintomas — cólicas, distensão abdominal, inchaço e ruídos intestinais, por exemplo — são variados, o que pode atrasar a busca por um diagnóstico que explique os desconfortos ¹.
Porém, o fator-chave está na frequência e persistência dos sinais. Ter consciência corporal ajuda a reparar como o organismo reage, nas mudanças que apresenta e, assim, identificar o que está anormal ¹.
Os distúrbios alteram fisicamente o corpo e influenciam a qualidade de vida, o desempenho no trabalho e até o humor ¹.
Neste artigo, listamos os problemas intestinais mais comuns, as causas e os sintomas que os caracterizam. Além disso, falamos da importância do tratamento correto e formas de aliviar os sintomas com segurança.
Resumo
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É todo problema que afeta o intestino delgado e grosso, impedindo o organismo de digerir alimentos, absorver corretamente os nutrientes e eliminar os resíduos do processo. Além das funções específicas do órgão, uma doença intestinal pode causar sinais em outras partes do corpo, como anemia e dor nas articulações ¹.
Os problemas no intestino podem indicar a presença de uma doença que demande tratamento contínuo. Porém, não é incomum que situações como estresse e ansiedade alterem temporariamente as funções intestinais ¹.
A relação entre mudanças nas atividades digestivas e ansiedade acontece devido à quantidade de terminações nervosas que existem no intestino, que é considerado o segundo cérebro do corpo humano ².
Por isso, a troca de mensagens intestinais e cerebrais é constante. Quando uma pessoa está estressada ou ansiosa, o cérebro libera um hormônio (CRH) que causa espasmos, diarreia e dores ².
A intensidade e a duração dos sintomas ajudam a definir a necessidade de avaliação médica. Os mais frequentes incluem ³:
É importante destacar que os distúrbios intestinais podem gerar outros sinais, mas os citados acima ajudam a chamar a atenção para um possível problema na região ³.
Envolvem condições funcionais e inflamatórias, que afetam a digestão, o hábito intestinal e a qualidade de vida. Por exemplo 5-8:
O diagnóstico correto é essencial para definir tratamento e prevenir complicações 5-8.
A síndrome do intestino irritável (SII) é um distúrbio funcional crônico que altera a mobilidade intestinal, a sensibilidade dos nervos ou a maneira como o cérebro controla essas atividades 4.
Os sintomas característicos são 4:
Quando esses sinais duram por até três dias e acontecem por três meses seguidos, é preciso investigar 5.
A causa da SII não é conhecida e a avaliação médica é baseada nos sintomas que o paciente apresenta. O tratamento é voltado para aliviar os sinais com medicamentos antiespasmódicos e antidepressivos 5.
Um dado interessante da The Anxiety and Depression Association of America é que 50% a 90% das pessoas com SII também são diagnosticadas com ansiedade ou depressão, o que faz com que o intestino seja “perturbado” facilmente por certos alimentos ou pelo estresse ².
A Doença de Crohn é uma das doenças inflamatórias intestinais (DII), um grupo que atinge 5 milhões de pessoas no mundo 6.
Esse distúrbio intestinal é caracterizado por uma inflamação crônica na região inferior do intestino delgado, no intestino grosso ou em ambas. A causa também é desconhecida 7.
Os principais sintomas são diarreia crônica (com sangue ou não), cólica abdominal, febre, perda de apetite e de peso. O diagnóstico é feito pelo exame de colonoscopia 7.
Como não há cura, o tratamento foca o alívio dos sintomas e a redução da inflamação por meio de medicamentos e mudanças na alimentação, conforme os sintomas do paciente 7.
A retocolite ulcerativa é outra doença inflamatória intestinal (DII). Nesse caso, a inflamação atinge a camada superficial (mucosa) do intestino grosso (cólon e reto) e, assim como os outros distúrbios intestinais, não tem uma causa definida 8.
Os pacientes apresentam diarreia crônica com sangue, anemia e dor abdominal. A colonoscopia é utilizada para a confirmação do diagnóstico e para a prevenção de câncer colorretal em pessoas com a doença 8.
O tratamento da retocolite é por toda a vida. Os medicamentos atuam principalmente no controle da inflamação para melhorar a qualidade de vida dos pacientes 8.
O termo intolerância alimentar é usado para definir o quadro em que uma pessoa não tolera o consumo de determinados alimentos devido a dificuldades do organismo na digestão 9.
Entre os distúrbios intestinais desse tipo, a intolerância à lactose é um dos mais frequentes e acontece quando o indivíduo não consegue digerir a lactose 9.
O problema está no intestino grosso, que não produz quantidade de enzima lactase suficiente para quebrar a proteína do leite. Os sintomas da intolerância são 9:
A confirmação é feita com a suspensão de leite e derivados da dieta e a reintrodução depois para verificar se os sintomas somem e reaparecem. Se confirmado, os laticínios são retirados definitivamente e o médico pode receitar comprimidos de lactase para quando o consumo acontecer 9.
Leia também: Como fazer uma reeducação alimentar? 5 passos para começar.
O sistema digestivo é altamente sensível a fatores emocionais. Episódios de estresse ativam o eixo intestino-cérebro, o que altera a motilidade, a sensibilidade visceral e a microbiota. Dessa maneira, situações psicologicamente desafiadoras podem desencadear dor abdominal, gases, diarreia ou constipação, especialmente em pessoas predispostas a distúrbios funcionais ².
A saúde intestinal depende de hábitos simples, mas consistentes, que favorecem a digestão, a microbiota e a regularidade do trânsito intestinal, como 5, 10:
Essas práticas contribuem para o funcionamento do intestino e bem-estar no dia a dia 5, 10.
Como os distúrbios intestinais provocam dor, ruídos, cólicas, distensão ou inchaço na barriga, os médicos incluem antiespasmódicos no protocolo de tratamento para aliviar esses sintomas. Esse tipo de medicamento diminui os espasmos da musculatura intestinal, proporcionando um relaxamento que alivia a dor no abdômen 5, 10.
Buscopan faz parte da categoria antiespasmódicos. Sob orientação profissional, os pacientes com problemas no intestino obtêm o conforto desejado, especialmente em momentos de crise 11.
Siga a prescrição definida pelo médico para uso seguro do medicamento 11.
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Persistência por semanas, piora progressiva, dor noturna, perda de peso involuntária, sangue nas fezes, febre recorrente, anemia ou alteração importante do apetite sugerem que o quadro não é transitório. Nesses casos, é fundamental procurar avaliação médica para investigar causas inflamatórias, infecciosas ou metabólicas 1, 2.
Condições funcionais afetam o funcionamento intestinal sem lesões estruturais visíveis, como na síndrome do intestino irritável (SII). Já processos inflamatórios envolvem inflamação da mucosa, podendo causar alterações em exames, febre, anemia e sangramentos. Esse quadro clínico exige acompanhamento médico específico e tratamento direcionado 2, 3.
Durante episódios de diarreia, priorize alimentos leves, com baixo teor de gordura e fibras insolúveis, como arroz, banana e maçã cozida. Na constipação, aumente fibras solúveis, frutas, vegetais e o consumo de água. Ajustes graduais ajudam a reduzir desconforto e evitam piora dos sintomas 3, 4.
Situações emocionais intensas interferem na comunicação entre cérebro e intestino, alterando contrações e percepção da dor. Episódios estressantes podem favorecer cólicas, sensação de estufamento, diarreia e constipação. O controle do estresse e da ansiedade é parte importante do manejo dos distúrbios intestinais funcionais 2, 3.
Probióticos podem auxiliar no equilíbrio da microbiota intestinal e na redução de sintomas, como excesso de gases e diarreia. São mais indicados após infecções, uso de antibióticos ou em quadros funcionais. O uso costuma ser contínuo por quatro a oito semanas, conforme orientação profissional 1, 9.
Buscopan. Butilbrometo de escopolamina. Indicações: tratamento dos sintomas de cólicas estomacais e intestinais, cólicas e movimentos involuntários anormais das vias biliares e cólicas dos órgãos sexuais e urinários. MS 1.7817.0890. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Fevereiro/2026.
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